PARANA ONLINE - 03/07/2011 às 10:05:06 - Atualizado em 04/07/2011 às 02:20:11
“O crescimento da exploração e produção de petróleo e derivados nos próximos quatro anos esbarra em uma situação que a Petrobras, internamente, tem classificado de dramática. O déficit de profissionais para o período 2011-2015 é de 200 mil. Pior: faltam engenheiros, carreira mais importante do funcionalismo da estatal.
O problema foi abordado pelo assessor da presidência da Petrobras, Sidney Granja, em palestra proferida há duas semanas no Rio em evento sobre a competitividade do setor de óleo e gás, realizado na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).
Assistente do presidente José Sérgio Gabrielli, Granja revelou que a Petrobras treina, no momento, 80 mil profissionais. É pouco, afirmou. "...Estamos com muitas dificuldades em termos de qualificação de mão de obra em toda a Petrobras. Teremos de treinar 200 mil nos próximos quatro anos. Fazemos um trabalho extenso com universidades para a qualificação da mão de obra. É preciso resgatar a engenharia no Brasil", disse...” Nossa opinião é de que a estatal precisa com urgência encontrar alternativas para retenção dos seus funcionários mais experientes, já que muitos são aposentáveis, e cobiçados pelas empresas estabelecidas no mercado, e que tem as mesmas demandas, porem maior flexibilidade para contratações, até que tenha tido oportunidade de preparar toda uma nova geração recém chegada à empresa. Para se ter uma ideia da urgência desta mudança de estratégia, estimamos que a formação de um intérprete exige pelo menos 5 anos de atividade, e mesmo assim sob a supervisão de profissionais mais experientes.
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